terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Narrativa da Tempestade e o seu Fim


Por vezes, preferia não escrever sobre acontecimentos que já tivessem cicatrizados dentro de si, talvez medo da lembrança ou da saudade de fato.

A falta de importância, (muito diferente de intensidade) de certa forma, lhe incentivava a relatar. Tivera mais um pseudo-amor não acrescentável à sua vida ou ao seu ciclo.

Sentia o forte vento em seu rosto, assistia a raios e relâmpagos, tempestade sem chuva.

Relacionamento sem amor = Tempestade sem chuva.

Por vezes intenso, porém insosso.
Forte, bonito a olhos espectadores, sem alma. Tosco.

Passou. O violão verde residente na alma já está sendo reafinado, desta vez por mim mesmo.

Sem chuva.
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4 comentários:

Luana Pinheiro disse...

Gosto do que escreve... mas às vezes é confuso. Mas deixa pra lá, porque se não formos confusos a gente não parace inteligente! rsrsrs... tô contigo, pode ter certeza!

Feliz Aniversário (adiantado!) porque não resisti a vontade de te mandar a frase de presente.

"O coração tem razões que a própria razão desconhece."
Jacques Bossuet

Eu achei perfeito!
Lindo e passional como vc.
Que venham os 17! Eles só vão durar um ano, e vc tem que fazer com que seja maravilhoso. Bjos muitos.
Te amo. muito.

Zeh Alsanne disse...

O que acontece é que relacionamento sem amor existe, já tempestade sem chuva...

Voltei com o blog e ele tem enquetes \o/

Por mais q só vc vá responder e a Luana talvez....

Zeh Alsanne disse...

Cara, a parada do:
Insonia não!
eu notei só depois que já tinha escrito. Pq eu coloquei 'não' por causa do NO NO NO. Saca?

shiauhsahsuiahsiuahsiuahs

Nina 512 disse...

"Por vezes intenso, porém insosso.
Forte, bonito a olhos espectadores, sem alma. Tosco."



é exatamente assim que eu tenho visto um certo relacionamento por aí...

cansei de pássaros. pois assim como os anjos, eles voam sem aviso prévio. (y)

amei o texto - oq n eh uma novidade -
amo vc.