
Um viva para os bons filmes
Até ...
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Nem Freud, nem Frida, nem Bowie.
Nada poderia explicar àquele jovem adorador o que estava se passando naquele momento. Sua cabeça girava em torno do seu próprio eixo, mesmo que estivesse parada a olhos nus.
Pessoas.
Que sempre são comentadas e instigantes, mas quase nunca geram textos (muito menos, bons).
As que geram, na maioria das vezes são especiais demais a ponto de medir sentimentos.
Sabe-se lá o que estava se passando pela mente do jovem, que se comunicava de longe e mesmo assim um sentimento muito forte estava começando a surgir e a tendência sim, era aumentar gradativamente.
Um medo principiante lhe tomava a cabeça.
Medo de se envolver e sofrer novamente, embora soubesse que isso não iria acontecer. Era recíproco.
A distância sempre fora o grande problema perante seus relacionamentos, dessa vez talvez fosse a solução. Embora quisesse muito tê-lo ali perto de si, sabia que a distância e a falta lhes aproximariam mais, lhes tornariam íntimos e lhes preparariam para o já esperado encontro.
As coisas aconteciam sem ser esperadas e isso o excitava.
Homem. Que conseguiu o raro. Tirar do jovem um sorriso bobo, uma saudade de algo que nunca houve. Geraria a partir dali algo agradável e que não queria que desaparecesse tão cedo.
Um grande acontecimento. Que lhe deixava bobo, alegre. Acontecimento.
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texto péssimo e concreto, mas infelizmente é assim que eu fiquei,
perdi as palavras e fiquei louco.
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Pseudo-textos... Eis uma palavra que muito uso: Pseudo. Tudo aquilo que não é, que pensa ser, que tenta. Considero a mim e a tudo que faço muito pseudo.
Meu atual momento? Um pseudo-ser humano tentando escrever um pseudo-texto de forma pseudo-pragmática.
Pseudofrutos, pseudópodes... Pseudônimos.
Pseudônimos muito me apetecem. Quando eles aparecem pouco menos sei sobre tudo que já sabia. Muito mais aprendo sobre tudo que nunca soube. É uma pena ser tão momentâneo. Pseudônimos...
Certa(s) vez(es) ouvi dizer que ‘antes só do que mal acompanhado’. Engraçado... Sempre considerei más companhias muito melhores que a solidão. São mais aventureiras e traiçoeiras. Gosto de más companhias. Principalmente quando esse adjetivo é dado pelos nossos pais, tios ou avós.
Por um momento me vi falando coisas aleatórias.
Assuntos. Esses ultimamente têm sido muito repetitivos. Sempre a mesma coisa. Ei! Estou cansado do amor, ok?
Quero desejo, prazer... Romantismo anda muito fora de moda. Talvez pelo fato de o amor ser sempre a mesma coisa, sempre repetitivo. Até parece que alguém vindo de um pseudo-inferno (olha o pseudo aí de novo) se encantará por alguém que analisa o amor em seus belos textos românticos.
Ah! Tenha dó! Romantismo anda muito fora de moda (como se eu seguisse fielmente essa tal de moda).
Vida de mocinho. Não nasci pra Cristo, fato. Ser bonzinho é tão azul. Não gosto de azul, o vermelho muito mais me atrai. Vermelho me lembra pecado, humanidade talvez. Imperfeição. Pessoas que transam e sangram. Vermelho.
É bom ter o prazer de discernir quando ocorrerá o término de um texto, a forma de desencadear, a linha de raciocínio. Acabo de desenvolver um texto fora de todos os padrões que costumo seguir e não minto, ele muito está me agradando (já que ainda não acabou).
É bom ter o prazer de discernir quando ocorrerá o término de um texto.
FIM
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Ultimamente não tenho me dado tão bem com elas
Talvez pelo papel,
estando frente a frente,
Me deixe travado, quando tento lhe fazer algo
Talvez até por eles virem e elas me fugirem...
Assuntos...
Sinto um certo receio
Será que todos sabem
da fuga delas da minha vida?
Engraçado...
Tenho todos eles em mente
A cada dia um a mais
Eles...
Já elas, travessas e um tanto espertas,
quando descobrem qualquer descuido ou confusões mentais...
Escapam!!!
Tentando encontrar...
Chego a uma conclusão
Coerentemente óbvia.
O excesso deles só absorve e anula
a existência delas no céfalo pensante...
Elas distantes
Eles proliferados
Elas...
Eles...
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uma música que me define atualmente.
tanto por ser a banda que é, quanto pela letra em si.
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Foto: Pitty Leone
Foto: A Meu Jeito