sábado, 24 de novembro de 2007

Soneto do Amor Perfeito

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O sono que quase consome
Opiniões extasiadas o mantêm atento
Está lamentando o seu próprio lamento

Gostava de pessoas, de todo o tipo.
Conhecera aquela antes do resto
Na primeira golada, um tanto indigesto.

Folha de laranjeira caía
Outono e amor, ambos com fim.
Não que ele quisera assim
Mesmo afastado, doía.

Sombra verde, talvez veneno.
O tempo passara. Peçonha animal
Junto com a pena, ressentimento banal.
Fugiu dali. Suave, sereno.
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2 comentários:

Nina 512 disse...

nhain...

gostei!

*^^*




bjox x x

oliviassimoes disse...

Assim como (quase) tudo aquilo que você escreve, é perfeito.

Beijos, nan