sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Eis aqui, Benij.

Foto: Biah

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A chuva caía. Com ela a noite. Vidas analisáveis vagando pela mente insone. Benij.
Tragava um cigarro. Madrugada seca.
A presença de Benij não era nada freqüente. Por acaso ou não, ele se manifestava.
Sem rosto ou idade, Benij era o extremo oposto da puerilidade pudica, tinha a sexualidade aflorada, e o desejo, fosse por ambos os sexos que conhecia muito bem, era inevitavelmente obsessivo.

Veio e foi. Benij já se apresentara. Não tinha mais nada a fazer. A alma agora descansa. Fora embora o sedutor e misterioso pseudônimo.
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3 comentários:

Nina 512 disse...

oO


uou!

Benij, já conheci um por essas esquinas da vida...


amei, mesmo!


bjox x x

Rodolpho Dutra disse...

é...

Bem...Se eu disse-se que tenho um "Q" de Benij, ou que sou quase totalmente um Benij, estaria sendo muito egocentristautoconfiantedocaralho?

Pois bem, eu sou um deles.
Eu acho.

Té mais

oliviassimoes disse...

benji...lust...Cada um tem seu quê de benji ;D

aheuhaeuhauhea

perfeito³³³

amo vc, meu fotógrafo