domingo, 4 de novembro de 2007

Pseudo Auto-Análise

Foto: Pitty Leone
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E a cabeça daquele jovem adorador absorvia ao máximo as informações que subitamente pairavam ao seu redor. Mas tinha medo... Medo de não absorver da forma certa, medo de estar vivendo num particular universo, envolto por membranas criadas pela criança que ele via crescer diante do espelho que lhe mudara a face.
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Conheceu... Se tornou o que queria ser como pessoa. Adquiriu personalidade, a sua. Mas o medo de suas felicidades serem apenas momentâneas estava ali, por momentos estagnado e em outros ativo, hiperativo, como um infanto descobrindo prazeres, sabores e palavras.
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Sorri. O amarelo dos seus dentes parece contagiar as pessoas que o rodeiam e também exibem sua dentadura ao som de gargalhadas. O sorriso estampado em seu rosto ainda jovem e mutável não soa falso ou mentiroso, soa verdadeiro e predominante. Ali, nos momentos alegres, ele faz questão do esquecimento para poder sorrir.
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Pessoas o fazem bem. Aquelas em quem confia, aquelas que sabem suas confidências e até aquelas que nem precisam saber, são todas simplesmente consideradas motivo de grande felicidade, por mais que rápida e momentânea, por mais que verdadeira e absoluta.
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O jovem rapaz tem sua vida resumida em uma palavra.
A que faz mais sentido pra ele desde que os têve em sua vida.
A palavra que o torna mais feliz e menos confuso.
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Clichê? Talvez... Por ser citado tantas e incansáveis vezes.
Mas não irreal ou não verdadeiro.
Resumo de vida?
Amigos... Na língua de vocês.
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o tempo não deixou esse texto envelhecer.
sem querer ousar muito, é um dos meus favoritos.
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3 comentários:

Nina 512 disse...

O.O


amei. e ponto.



ateh copiei aki no meu Word


hsuahiushiai


te amo


bjox x x

Iconoclasta disse...

Pois é, estaremos bem ligados.

Rodolpho Dutra disse...

hauHA

E depois sou que escrevo bem. ¬¬

Como disse a Iconoclasta:
"Pois é, estaremos bem ligados."